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	<title>Opinião | Sine Factory</title>
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	<description>No Standard Mix, I Put My Soul In Every Sound.</description>
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	<title>Opinião | Sine Factory</title>
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		<title>O que eu ouço quando recebo o teu projeto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 09:23:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma coisa que acontece sempre que recebo um projeto novo. Antes de mexer em qualquer coisa, antes de abrir um plugin sequer...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Há uma coisa que acontece sempre que recebo um projeto novo. Antes de mexer em qualquer coisa, antes de abrir um plugin sequer &#8211; eu ouço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só ouço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não estou a avaliar tecnicamente. Não estou a pensar em frequências, nem em dinâmica, nem em se o kick está muito alto. Estou a tentar perceber <strong>o que a música quer ser</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma distinção importante.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A intenção</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira coisa que ouço é a intenção. O que é que o artista estava a tentar dizer quando gravou isto? Há músicas que chegam com uma energia muito clara &#8211; ouves e percebes imediatamente o destino. Há outras que chegam com potencial mas sem direção, e é aí que o meu trabalho começa de forma diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois ouço o espaço. Não o <em>reverb</em> &#8211; o espaço emocional. Onde é que esta música vive? Num quarto às 2 da manhã? Num festival? No carro num domingo à tarde? Isto dita mais decisões do que qualquer parâmetro técnico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Só depois disso é que começo a pensar em pormenores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há quem me pergunte se ouço a rough mix antes de começar. Não tipicamente. Ouço a soma das pistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é que a rough esteja errada &#8211; de todo. A rough mix é o resultado de semanas de trabalho dos produtores e e artistas &#8211; há decisões, hábitos e afeto embutidos naquilo. Se a ouço primeiro, estou a ouvir as escolhas deles, não a música (meio esotérico, eu sei). É criar uma <em>demotite</em> mas do lado do técnico: já fico com uma versão &#8220;certa&#8221; na cabeça antes de formar a minha própria opinião sobre o que as pistas precisam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E eu preciso de chegar à música sem filtros.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Reparar vs. Esculpir</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma crença muito comum de que um técnico abre uma sessão e começa a &#8220;reparar coisas&#8221;. Que o trabalho é corretivo. E às vezes é, sem dúvida, mas a maioria das vezes o que estou a fazer não é reparar. É esculpir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença? <strong>Reparar</strong> parte do pressuposto de que algo está errado. <strong>Esculpir</strong> parte do pressuposto de que já lá está, só precisa de ser revelado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que não está gravado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ouço também o que não está gravado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Lá está ele outra vez com &#8220;as vibes&#8221;</em> &#8211; ouço-vos a pensar. Mas há uma camada na música que não existe nos ficheiros áudio &#8211; existe na cabeça do artista ou do produtor. Por vezes está na referência que me mandaram. Na forma como descreveram o projeto no email. No entusiasmo (ou na falta dele) com que falam do tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso entra na mistura.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Antes de ter opiniões</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso quando me perguntam <em>&#8220;o que é que tu fazes exatamente?&#8221;</em> &#8211; a resposta honesta é: ouço musica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é magia. A música fala contigo. Às vezes tens de estar calado o suficiente para ouvir.</p>



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		<title>Créditos</title>
		<link>https://sinefactory.com/creditos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2025 18:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAQ]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque é que os créditos musicais são importantes: dar reconhecimento a quem merece. Na indústria musical, os créditos são mais do que apenas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="wp-block-heading">Porque é que os créditos musicais são importantes: dar reconhecimento a quem merece.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na indústria musical, os créditos são mais do que apenas nomes em letras miudinhas. Representam o investimento criativo, técnico e emocional envolvido na criação de uma música. Cada engenheiro, produtor, compositor, músico e vocalista desempenha um papel vital, mas, muitas vezes, os seus contributos são negligenciados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para nós, que estamos nos bastidores, ter os devidos créditos é a forma como mostramos o nosso trabalho e atraímos futuras colaborações. São o teu cartão de visita. O teu portefolio. Quer seja um músico ou um engenheiro de som, dar crédito a quem o merece é uma forma de respeito — e garante que todos os envolvidos recebem o devido reconhecimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Uma retrospetiva: como os créditos eram historicamente rastreados</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Back in the day</em>, a monitorização dos créditos era manual e propensa a erros. Durante a era do vinil e da cassete, os créditos eram frequentemente impressos nas capas dos álbuns ou no encarte. Era da responsabilidade da editora discográfica compilar esses créditos, dinamizando com os produtores e, por vezes, com os estúdios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estúdios tipicamente mantinham registos das sessões ou folhas de trabalho que listavam todos os participantes. Embora estes registos fossem cruciais para a distribuição de royalties, nem sempre eram entregues com precisão, levando a omissões ou erros ortográficos que podiam assombrar a carreira de um criador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando surgiram os CD&#8217;s, os <em>booklets</em> permitiam créditos mais detalhados. Mas, mesmo assim, os erros eram comuns e, se não fosses diligente, o teu nome talvez nunca seria conhecido além do estúdio. Avançando para a era digital, ainda vemos os mesmos problemas, embora agora tenhamos melhores ferramentas para rastrear créditos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quem era responsável pelo rastreio dos créditos?</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Editoras:</strong> Tinham a maior responsabilidade de finalizar e publicar os créditos. Dependiam dos produtores para enviar as informações necessárias, enquanto os estúdios registavam os detalhes técnicos.</li>



<li><strong>Produtores:</strong> Atuavam como intermediários, garantindo que as contribuições das sessões eram devidamente registadas e passadas para a editora.</li>



<li><strong>Estúdios:</strong> Mantinham registos das sessões, que eram essenciais, mas nem sempre partilhados ou tratados com precisão.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Quando o rastreio de crédito corre mal: a controvérsia entre Carol Kaye e James Jamerson</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores disputas de créditos da história da música envolve Carol Kaye e James Jamerson, dois dos mais lendários baixistas de sempre. As suas contribuições moldaram alguns dos maiores sucessos da Motown e de outros lugares, mas por causa da forma como os créditos eram geridos naquela época, as coisas complicaram-se. </p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>James Jamerson</strong> era o rei indiscutível do baixo da banda interna da Motown, <strong>The Funk Brothers</strong>, e tocou em inúmeros <em>hits</em>, incluindo &#8220;My Girl&#8221;, &#8220;Ain’t No Mountain High Enough&#8221; e &#8220;Bernadette&#8221;. </li>



<li><strong>Carol Kaye</strong>, um membro importante dos <strong>The Wrecking Crew</strong>, também gravou para a Motown quando usavam estúdios na <em>West Coast</em> e tocou em faixas como &#8220;The Way You Do The Things You Do&#8221; e &#8220;I Was Made to Love Her&#8221;. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O problema? <strong>Muitas faixas da Motown não têm créditos oficiais claros</strong>. Algumas músicas que Kaye diz ter tocado são frequentemente creditadas a Jamerson, e vice-versa. Sem registos detalhados das sessões, isto transformou-se num debate de décadas baseado na memória, entrevistas e até na análise auditiva. Moral da história: acerte nos créditos, ou a história discutirá sobre eles para sempre.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como acompanhar os créditos <strong>agora</strong>: uma abordagem simples e moderna</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje em dia, não há desculpas para créditos em falta. Embora as grandes editoras discográficas e as plataformas de streaming tenham sistemas mais sofisticados, os estúdios mais pequenos e os artistas independentes podem gerir este processo de forma eficiente. Eis uma forma simples de manter as contribuições de todos documentadas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crie um formulário de crédito básico:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nome do artista/faixa:</strong> O título da música ou projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Colaboradores e Funções:</strong> Nomes de todos os indivíduos envolvidos, juntamente com as suas funções (por exemplo, engenheiro de gravação, engenheiro de mistura, engenheiro assistente, produtor, compositor, etc).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação de contacto:</strong> E-mail, telefone ou rede social (opcional, mas útil para correções ou dúvidas).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podes utilizar um Google Form, uma folha de cálculo ou até um modelo no teu <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Digital_audio_workstation" target="_blank" rel="noopener" title="">DAW</a> para recolher estas informações no final de cada sessão. Este passo simples pode evitar dores de cabeça mais tarde, quando chegar a altura de finalizar os metadados para um lançamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No meu caso em especifico, quando entrego os exports finais vai junto no arquivo um pdf explicativo do que é cada export, juntamente com a informação de como pretendo ser creditado e links para as minhas redes sociais e site. <a href="https://sinefactory.com/estrutura-organizacao/" target="_blank" rel="noopener" title="Nomenclatura">Mais informação sobre os meus exports finais aqui.</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">Conclusão: Proteger o trabalho e as pessoas que estão por trás dele</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A atribuição adequada de créditos é mais do que uma tarefa administrativa — é um pilar da integridade na indústria musical. Como alguém que trabalha nesta área há anos, vi em primeira mão o quão importante é documentar e respeitar cada contributo. Quer seja um artista, produtor ou proprietário de um estúdio, reserva algum tempo para monitorizar os seus créditos. É um pequeno passo que pode fazer uma grande diferença para garantir que o trabalho árduo de todos seja reconhecido. </p>



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		<item>
		<title>Black Diamond Apple: a magia dos presets 🔮✨</title>
		<link>https://sinefactory.com/black-diamond-apple/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2023 12:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Beats]]></category>
		<category><![CDATA[Mic]]></category>
		<category><![CDATA[Michael "Mic" Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Music]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[RC-20]]></category>
		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bem-vindo aos presets Black Diamond Apple! Inspirados numa maçã única, estes 18 presets para o RC-20 oferecem uma abordagem subtil para criar texturas e realçar harmónicos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Black Diamond Apple: a magia dos presets <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f52e.png" alt="🔮" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Então, porquê <em>Black Diamond Apple</em>? O nome serve de homenagem a uma maçã única, que cresce em condições improváveis para qualquer fruto &#8211; não quero dar <em>spoilers</em>, está no guia. Assim como essa maçã insólita, o uso que eu dou ao RC-20 é fora do vulgar e a escolha do nome reflete essa singularidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou a utilizar o RC-20 como uma ferramenta de mistura, não para uma intensa manipulação do som, mas de forma subtil. Uma abordagem delicada, criando pequenas texturas e realçando harmónicos com distorção, saturação e EQ.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para Todos os Níveis:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não importa se és um produtor experiente ou se estás a começar, estes <em>presets </em>são como um atalho para o som que procuras. São 18 pontos de partida cuidadosamente criados para inspirar e elevar a tua música.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Black Diamond Apple" width="1778" height="1000" src="https://www.youtube.com/embed/nMAid96kqh0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><sub><sup>Neste video estou a dar <em>bypass </em>e a ligar os diferentes RC-20 nos <em>drums</em>. Repara como o 808 ganha uma nova atitude, os <em>hi hats</em> ficam menos finos sem deixarem de furar, o <em>kick </em>ganha um &#8220;<em><strong>oomph</strong></em>&#8221; e o <em>rim </em>fica com um pouco mais corpo. Isto são só <em>drums</em>, imagina o resto.</sup></sub></figcaption></figure>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading">Experimenta em Qualquer Lugar:</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os presets <em>&#8220;Boost&#8221;</em>, <em>&#8220;Make Wide&#8221;</em> e <em>&#8220;Cozy Movement&#8221;</em> estão sempre à mão quando misturo, uso-os &#8211; ou uma variação deles &#8211; em todos os projectos. Há outros <em>presets </em>com nomes mais sugestivos como <em>&#8220;If the Snare&#8217;s a lil&#8217; thin&#8221;</em>, <em>&#8220;Put it on Vox&#8221;</em> e <em>&#8220;Now strings are STRINGS&#8221;</em> mas também são usados noutros elementos que não os que estão no título. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><em>&#8220;This is the way&#8221;&#8230;</em></h4>



<p class="wp-block-paragraph">&#8230;mais ou menos. Por vezes há <em>settings</em> de <em>plug-ins</em> que são confusos, por exemplo um <em>preset </em>chamado <em>&#8220;Acustic GTR&#8221;</em> diz-te que é indicado para uma guitarra acústica, mas uma guitarra acústica sem processamento pode soar de variadas formas, isto é: se é nylon ou steel, se estiver com o setup fresco e cordas novas, se for bem ou mal tocado e bem ou mal gravada, etc. Agora, se o <em>preset </em>se chamar <em>&#8220;For boomy Acustic GTR&#8221;</em> sabes que serve para guitarras que têm demasiado caixa/corpo e isso já te leva a testar por exemplo numa voz que tenha muito efeito de proximidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrario de alguns <em>packs </em>de <em>presets</em>, eu decidi incluir um pequeno guia a indicar a utilidade de cada <em>preset</em>. Porque nasceu e como o uso. Os meus <em>presets </em>&#8211; para qualquer <em>plug-in</em>, não só o RC-20 &#8211; nascem da necessidade de corrigir ou melhorar algo de forma recorrente. Se me vejo a fazer uma tarefa repetidas vezes, para acelerar esse processo, crio um <em>template </em>ou <em>preset </em>que me permita ter um ponto de partida, para chegar ao som que procuro, mais rápido. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Curioso para ouvir a diferença? </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Eu estou curioso para saber como é que vai ser recebido este <em>pack</em>. Eu lembro-me do meu início e de usar <em>presets</em>, tanto os que vêm com <em>plugins </em>como os que lia e via em revistas, blogs e Youtube. Dava-me uma perspectiva diferente sobre como abordar determinados sons e espero que este <em>pack </em>sirva o mesmo propósito. Eventualmente posso fazer uma chamada zoom ou discord com a malta que comprar o <em>pack </em>a fazer um breakdown de como aplico os <em>presets </em>e receber <em>feedback</em>. </p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-text-align-center wp-element-button" href="https://bda.sinefactory.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O pack está disponível aqui.</a></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Estrutura &#038; Organização</title>
		<link>https://sinefactory.com/estrutura-organizacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 12:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Estrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Organização]]></category>
		<category><![CDATA[Organização de ficheiros áudio]]></category>
		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu sou um panco por organização, estética e nomenclatura. Não por causa de OCD (acho eu🤔) mas porque sou distraído/esquecido e ter uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Eu sou um <em>panco</em> por organização, estética e <a href="https://sinefactory.com/nomenclatura/" target="_blank" rel="noopener" title="nomenclatura">nomenclatura</a>. Não por causa de <em>OCD</em> (acho eu<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f914.png" alt="🤔" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />) mas porque sou distraído/esquecido e ter uma metodologia ajuda-me a encontrar o que preciso de forma mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já falei aqui de <a href="https://sinefactory.com/como-enviar-ficheiros/" target="_blank" rel="noopener" title="Como enviar ficheiros">como enviar ficheiros a um técnico de som</a>. Agora vou falar de como eu crio, organizo, exporto, envio ficheiros para clientes e arquivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Possivelmente existe alguma norma ou guia internacional, mas nunca encontrei essa informação. Em conversas com colegas e ao passarmos ficheiros uns aos outros, reparo que temos formas de nos organizar diferentes. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Esta é a minha forma</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quando começo uma sessão de gravação crio uma pasta para o Artista e depois no <em>DAW</em> crio a pasta do projecto que se parece assim:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="638" height="216" src="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/orgrec2.png" alt="" class="wp-image-4238" srcset="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/orgrec2.png 638w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/orgrec2-300x102.png 300w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /><figcaption class="wp-element-caption">Aspecto da pasta de REC depois de concluída a fase de gravação.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">_ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Artista<br>____ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Título_REC<br>_______ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ficheiros enviados pela equipa<br>_______ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ficheiros criados pelo DAW<br><br>Quando a gravação está terminada faço um <em>&#8216;save&#8217;</em> e logo de seguida um <em><em>&#8216;save as&#8217;</em></em> Título_REC_edit para começar a editar (acertar tempos, controlar respirações e sibilâncias, etc), depois de editado faço um <em><em>&#8216;save as&#8217;</em></em> Título_REC_edit_tune e passo a afinar caso seja necessário. Após concluir isso tudo faço um <em>&#8216;save as&#8217;</em> Titulo_REC_edit_tune_import; neste último projecto deixo a sessão preparada para importar na etapa seguinte que é a mistura. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma tenho control sobre as diferentes etapas do projecto e posso voltar atrás caso seja necessário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para misturar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Organizo da seguinte forma:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="638" height="235" src="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/orgmix.png" alt="" class="wp-image-4242" srcset="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/orgmix.png 638w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/orgmix-300x111.png 300w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /><figcaption class="wp-element-caption">Aspecto da pasta do projecto de MIX durante o processo.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">_ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Artista<br>____ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Título_MIX (ou Master quando é o caso)<br>_______ <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c1.png" alt="📁" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Ficheiros criados pelo DAW<br><br>Enquanto misturo, se já estiver satisfeito mas quero experimentar uma mudança na forma como a voz soa ou tentar alterar a estética de forma mais vincada, faço um <em>&#8216;save as&#8217;</em> e passa a Título_MIX2 &#8211; embora nem sempre aconteça é uma prevenção caso eu vá nadar na maionese e queira voltar ao que estava.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Exports</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de eu estar contente com o som e enviar o tema para a equipa escutar, o tema vai com o seguinte aspecto:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artista X &#8211; Título Ft Artista Y [FICHEIRO e formato] (número da versão)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exemplo prático: Diogo Piçarra &#8211; Monarquia Ft Bispo [MASTER 16bits 44.1kHz] (2)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso haja <em>edits</em>, faço um <em>&#8216;save as&#8217;</em> Título_MIX2 (2) no meu projecto e a equipa recebe: Artista X &#8211; Título Ft Artista Y [FICHEIRO e formato] (2). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim facilita a comunicação entre nós. Imagina que já fizemos 10 <em>edits</em> à musica e no fim o artista diz &#8220;esquece, volta para a versão (2) mas mete aquele efeito nos <em>adlibs</em> que tínhamos na versão (6)&#8221;. Rapidamente consigo abrir esses projectos e continuar daí.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="660" height="551" src="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2024/05/orgexp5edit.png" alt="" class="wp-image-6088" srcset="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2024/05/orgexp5edit.png 660w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2024/05/orgexp5edit-300x250.png 300w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /><figcaption class="wp-element-caption">Aspecto da pasta MIX depois de receber o &#8220;OK&#8221; final.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">No final, quando está tudo aprovado, faço outro &#8216;save as&#8217; Título_MIX2 (2)_exports e procedo a fazer vários <em>exports</em>, nomeadamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>[Acappella BPM Escala]</li>



<li>[Instrumental BPM Escala]</li>



<li>[Live Backing Track]</li>



<li>[MASTER 16bits 44.1kHz]</li>



<li>[MASTER 24bits 96kHz]</li>



<li>[MASTER MP3 320kbps]</li>



<li>[MIX 32bits 48kHz]</li>



<li>[VIDEO 24bits 48kHz]</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estes <em>exports</em> comprimo num <em>.zip</em> que se passa a chamar Artista X &#8211; Título Ft Artista Y [Exports].zip, dentro desse <em>.zip</em> vai também um ficheiro de texto a explicar o que são &#8211; e para que servem &#8211; os ficheiros e também como gosto de ser creditado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frequentemente também exporto:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>[Mixed Stems BPM Escala] &#8211; contém no mínimo 6 stems (Drums, Bass, Music, FX, Lead Vox e BGV)</li>



<li>[Mixed Multitrack BPM Escala] &#8211; é a mistura do tema exportado por pistas individuais (salvo alguns elementos que podem estar agrupados devido à forma como foram processadas).</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Que depois coloco nos seus respectivos <em>.zip</em>. As <em>Stems</em> e <em>Multitrack</em> não têm <em>master</em>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Arquivo e <em>Backup</em></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de tudo enviado para a equipa &#8211; e passado uns meses &#8211; arquivo no <em>backup</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para arquivar eu vou à pasta do projecto e comprimo tudo num <em>.zip</em>, ou seja:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Artista X &#8211; Título Ft Artista Y [Single].zip &#8211; um tema solto que misturei e masterizei</li>



<li>Artista X &#8211; Título [Album/EP].zip &#8211; caso seja um projecto</li>



<li>Artista X &#8211; Título Ft Artista Y [Master].zip &#8211; quando so masterizo um tema, às vezes pedem me pistas a pensar que misturei e assim consigo ver que só masterizei sem precisar de extrair.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>backup</em> são uns <em>HDD</em> que tenho no estúdio e e também um <em>backup</em> para a <em>cloud</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2011/12 um dos meus discos de backups pifou. Felizmente não tinha lá projectos importantes de artistas. Eram projectos pessoais e algumas memórias. Foi aí que aprendi quê: <strong>se não tens um <em>backup</em> do <em>backup</em>, na verdade não tens um <em>backup</em></strong>. Mais tarde, em 2014, quando houve um incêndio no prédio onde tinha o estúdio aprendi quê: <strong>se tens os dois discos de <em>backup</em> no mesmo prédio que está em chamas, na verdade não tens um <em>backup</em></strong>. Vivendo e aprendendo.</p>



<div class="wp-block-themepunch-revslider revslider" data-modal="false" data-slidertitle="Gallery slider" style="">
			<!-- START Gallery slider REVOLUTION SLIDER 6.7.23 --><p class="rs-p-wp-fix"></p>
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			<!-- END REVOLUTION SLIDER -->
</div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph">Faz scroll para ver o quão perto estive de ficar sem estúdio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A minha solução <em>cloud</em> está a fazer <em>backup</em> aos projectos que estão arquivados e também aos projectos que estão a decorrer. Assim, na eventualidade de haver algum azar, os artistas têm os projectos salvaguardados e podem continuar a trabalhar neles noutro estúdio ou com outro técnico. Neste momento estou a usar Backblaze quê &#8211; além de armazenamento ilimitado &#8211; por um extra, permite guardar versões de ficheiros até um ano. Na prática isto permite ir buscar alterações que tenhas efectuado, ou apagado, ou quando um daqueles <em>&#8216;save as&#8217;</em> passa a <em>&#8216;save&#8217; </em>e passado uns meses o artista afinal quer a versão (3) do tema mas com o filtro na <em>bridge</em> que usaste na versão (5) &#8211; true story. Este artigo não é por causa do Backblaze mas se quiseres aderir com o meu link <a href="https://secure.backblaze.com/r/04c2fk" target="_blank" rel="noopener" title="">https://secure.backblaze.com/r/04c2fk</a> ganhas um mês grátis e eu também!</p>



<div class="wp-block-cover aligncenter has-custom-content-position is-position-bottom-right"><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><img loading="lazy" decoding="async" width="1300" height="920" class="wp-block-cover__image-background wp-image-4209" alt="" src="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/Organizacao.jpg" data-object-fit="cover" srcset="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/Organizacao.jpg 1300w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/Organizacao-300x212.jpg 300w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/Organizacao-1024x725.jpg 1024w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/Organizacao-768x544.jpg 768w" sizes="(max-width: 1300px) 100vw, 1300px" /><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size wp-block-paragraph"><strong>NÃO SEJAS ESTA PESSOA.</strong></p>
</div></div>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Ter uma estrutura dá te uma confiança no que fazes e essa confiança passa para as pessoas com quem trabalhas. Não faço questão que a minha organização seja a norma, quero mostrar a minha organização para que te sirva de inspiração a organizares-te também. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se formos todos consensuais e consistentes acho que mostra profissionalismo e boa vontade. Sempre que tenho de enviar ficheiros a um colega tento dar os nomes bem a tudo e passar o máximo informação possível. Mostra brio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo menos, eu sei que eu fico todo contente quando recebo tudo direito e é só importar e começar a trabalhar.</p><p>The post <a href="https://sinefactory.com/estrutura-organizacao/">Estrutura & Organização</a> first appeared on <a href="https://sinefactory.com">Sine Factory</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Nomenclatura</title>
		<link>https://sinefactory.com/nomenclatura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 06:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Beats]]></category>
		<category><![CDATA[Drums]]></category>
		<category><![CDATA[Esquema de nomenclatura]]></category>
		<category><![CDATA[Estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[Michael "Mic" Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Nomear]]></category>
		<category><![CDATA[Organização de ficheiros áudio]]></category>
		<category><![CDATA[Rotular]]></category>
		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico de som]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://sinefactory.com/?p=4285</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eu sei, o titulo é espampanante. Dar nomes a ficheiros não é assim tão glamoroso. Mas é sexy e já te mostro. Eu...</p>
<p>The post <a href="https://sinefactory.com/nomenclatura/">Nomenclatura</a> first appeared on <a href="https://sinefactory.com">Sine Factory</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Eu sei, o titulo é espampanante. Dar nomes a ficheiros não é assim tão glamoroso. Mas é sexy e já te mostro. Eu dou os nomes em inglês maioritariamente; primeiro porque é a minha lingua materna e segundo porque é uma linguagem universal e muitos VSTs/tutorias/instrumentos têm nomes em inglês.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="0-the-problem-with-how-most-people-name-tracksfiles">O problema com a forma como a maioria das pessoas dá nome às faixas/ficheiros</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui está um <em>screenshot</em> duma pasta típica de <em>multitracks</em>:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="491" height="596" src="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/nameswrong2.png" alt="" class="wp-image-4295" title="My EPIC Track Naming Scheme That Will Change Your Life (and Make Your Mix Engineer Love You) 1" srcset="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/nameswrong2.png 491w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/nameswrong2-247x300.png 247w" sizes="(max-width: 491px) 100vw, 491px" /><figcaption class="wp-element-caption">Até dá um nó às vistas.</figcaption></figure>
</div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja bom que tudo esteja rotulado (por favor, nunca envies um ficheiro chamado&nbsp;audio_81#2.cm.wav; e também não coloques o nome do beat/tema no ficheiro de audio: drake type beat_808 &#8211; Spinz), o principal problema é que não está organizado duma maneira que facilite a localização dum ficheiro que estejas à procura. Se estás à procura por todos os elementos da bateria, eles estão espalhados entre outros 20 a 100 ficheiros. As guitarras acústicas estão num código postal diferente das guitarras elétricas, e são ambas guitarras.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="1-the-best-way-to-label-from-general-gt-specific">A melhor forma de rotular: de geral -&gt; específico</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Queremos projectar um esquema de rotular que organize tudo para nós <strong>AUTOMATICAMENTE</strong>. A melhor forma de fazer isso é usar o alfabeto. Os computadores, por padrão, ordenam por nome. Então, se iniciarmos qualquer faixa &#8211; que seja um elemento da bateria ou uma guitarra, por exemplo &#8211; com a mesma palavra ou prefixo, elas serão agrupadas automaticamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Extrapolando este conceito, se começarmos a rotular as faixas onde o início do nome do ficheiro é geral e passarmos ao específico, a maior parte da ordenação acontecerá automaticamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui está a ampla hierarquia deste sistema:</p>



<pre class="wp-block-code"><code>Prefixo -&gt; Subtipo -&gt; Descrição de Arranjo -&gt; Descrição de Secção -&gt; Layers/Dobras -&gt; Descrição Multi-Mic/Fontes</code></pre>



<p class="wp-block-paragraph">E na prática fica com este aspecto:</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="491" height="596" src="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/namesright2.png" alt="" class="wp-image-4296" title="My EPIC Track Naming Scheme That Will Change Your Life (and Make Your Mix Engineer Love You) 2" srcset="https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/namesright2.png 491w, https://sinefactory.com/wp-content/uploads/2022/11/namesright2-247x300.png 247w" sizes="(max-width: 491px) 100vw, 491px" /><figcaption class="wp-element-caption"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />SO MUCH ORGANIZE<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> </figcaption></figure>
</div>


<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Repara como, não apenas cada tipo de instrumento está junto, mas cada SUBTIPO de um instrumento também está junto. Tens todas as guitarras juntas, mas as elétricas estão separadas das acústicas. Todos os sintetizadores estão juntos, mas os pads estão separados dos leads, etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem sexy, né? Vamos mergulhar mais nesta convenção de nomenclatura.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="2-prefixes">Prefixos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Se não seguires mais nada deste guia, POR FAVOR, começa a prefixar os teus ficheiros. Isto é provavelmente 85% da batalha.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-regular"><table><thead><tr><th>Instrumento</th><th>       Prefixo         </th></tr></thead><tbody><tr><td>Drums</td><td>D</td></tr><tr><td>Percussion</td><td>P</td></tr><tr><td>FX</td><td>FX</td></tr><tr><td>Bass</td><td>Bass</td></tr><tr><td>Guitars</td><td>GTR</td></tr><tr><td>Piano</td><td>PNO</td></tr><tr><td>Synth</td><td>SY</td></tr><tr><td>Organ</td><td>ORG</td></tr><tr><td>Strings</td><td>ST</td></tr><tr><td>Vocals</td><td>V</td></tr><tr><td>Vocal Chops/Effects</td><td>VX</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">É só sugestão, a tua música pode ter sopros (que eu colocaria o prefixo de H para Horns) ou outros instrumentos que não estão aqui descritos.</figcaption></figure>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Assim conseguimos organizar as coisas por tipo, mas ainda ser curto o suficiente para não ocupar espaço no ecrã.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, não vamos parar apenas em prefixar ficheiros. O esquema de nomenclatura das faixas pode ser mais detalhado do que isso…</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="3-track-subtypes">Subtipo de faixa</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O subtipo segue imediatamente o prefixo. É aqui que separas as guitarras acústicas das guitarras elétricas, os pads dos leads, etc. Por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>GTR&nbsp;<strong>AC</strong></li>



<li>GTR&nbsp;<strong>E</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">ou</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>SY&nbsp;<strong>Pad</strong></li>



<li>SY&nbsp;<strong>Lead</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">ou</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>PNO&nbsp;<strong>A</strong>&nbsp;(se for acustico)</li>



<li>PNO&nbsp;<strong>E</strong>&nbsp;(se for eléctrico)</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">ou</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>V&nbsp;<strong>Lead</strong></li>



<li>V&nbsp;<strong>BGV</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">ou</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>D&nbsp;<strong>Kick</strong></li>



<li>D&nbsp;<strong>Snare</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez, isto garante que organizamos cada tipo de instrumento pelos seus iguais.</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="4-arrangement-descriptors">Descrições de Arranjo</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Agora começa a ficar mais subjetivo com base nas necessidades organizacionais do projeto. Depois de teres <em>subtipado</em> cada faixa, começas a descrever como ela é usada no arranjo para que, por exemplo, todas as guitarras elétricas rítmicas sejam separadas das guitarras elétricas principais,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas descrições podem ser:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>GTR E&nbsp;<strong>Lead</strong></li>



<li>GTR E&nbsp;<strong>Rhythm</strong></li>



<li>GTR E&nbsp;<strong>Solo</strong></li>



<li>SY Pad&nbsp;<strong>Amb</strong></li>



<li>SY Pad&nbsp;<strong>Big</strong></li>



<li>P Shaker&nbsp;<strong>Little</strong></li>



<li>P Shaker&nbsp;<strong>Big</strong></li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading" id="5-section-descriptors">Descrições de Secção</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui é onde as coisas começam a ser usadas, se necessário. Se tiveres que dividir um instrumento específico em diferentes faixas para cada seção da música (diferentes tons ou partes sobrepostas), agora é onde descreves onde fica na estrutura.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>GTR E Rhythm&nbsp;<strong>Verse</strong></li>



<li>GTR E Rhythm&nbsp;<strong>Hook</strong></li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading" id="6-layers-and-doubles">Layers e Dobras</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de descreveres adequadamente o tipo, subtipo, arranjo e secção, descreve agora se é um layer ou um duplo de um instrumento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podes usar um número se estiver apenas a adicionar um layer com um tom diferente.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>SY Lead Arp Hook&nbsp;<strong>1</strong></li>



<li>SY Lead Arp Hook&nbsp;<strong>2</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se estiveres a dobrar algo com o mesmo tom (geralmente a voz principal no refrão para ficar bem <em>thicc</em>), usa “DBL”</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>V Hook Lead</li>



<li>V Hook Lead&nbsp;<strong>DBL</strong></li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading" id="7-multi-micsource-labeling">Multi-Mic/Fonte</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos assumir que tens um instrumento que tem duas fontes, agora podes rotular a fonte de cada coisa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>D Snare&nbsp;<strong>Top</strong></li>



<li>D Snare&nbsp;<strong>Btm</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>D Kick&nbsp;<strong>IN</strong></li>



<li>D Kick&nbsp;<strong>OUT</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bass&nbsp;<strong>DI</strong></li>



<li>Bass&nbsp;<strong>Amp</strong></li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>GTR E Rhyth Hook&nbsp;<strong>Amp</strong></li>



<li>GTR E Rhyth Hook&nbsp;<strong>DI</strong></li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading" id="8-final-thoughts">Em conclusão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Eu uso este esquema de nomenclatura assim que importo as pistas para a sessão. Isto ajuda no futuro, quando chega a hora de exportar a multitrack. Eu entendo que pode não ser o teu primeiro instinto quando estás em modo criativo, mas tenta implementar com o passar do tempo ou cria um template que fica mais fácil!</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading">Exemplos do esquema de nomenclatura:</h4>



<ul class="wp-block-list">
<li>D Kick In</li>



<li>D Kick Out</li>



<li>D Snare Top</li>



<li>D Snare Btm</li>



<li>D Tom Rack</li>



<li>D Tom Floor</li>



<li>D Hat</li>



<li>D OH L</li>



<li>D OH R</li>



<li>D Room L</li>



<li>D Room R</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>P Tambo</li>



<li>P Shaker</li>



<li>P Hit Big</li>



<li>P Sweep</li>



<li>P Cym Swell</li>



<li>P Boom</li>



<li>P Claps</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Bass DI</li>



<li>Bass Amp</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>GTR AC L</li>



<li>GTR AC R</li>



<li>GTR E Rhythm Verse L</li>



<li>GTR E Rhythm Verse R</li>



<li>GTR E Rhythm HK L</li>



<li>GTR E Rhythm HK R</li>



<li>GTR E Lead L</li>



<li>GTR E Lead R</li>



<li>GTR E Solo</li>



<li>GTR E Solo Harm</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>PNO A Chords L</li>



<li>PNO A Chords R</li>



<li>PNO E Rhodes L</li>



<li>PNO E Rhodes R</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>SY Sub Clean</li>



<li>SY Sub Dirt</li>



<li>SY Bass Arp</li>



<li>SY Bass Sidechain</li>



<li>SY Pad Amb</li>



<li>SY Pad Big</li>



<li>SY Pad Big Sidechain</li>



<li>SY Lead Glide</li>



<li>SY Lead Saw</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>ST Violin 1</li>



<li>ST Violin 2</li>



<li>ST Cello</li>



<li>ST Upright</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>VX Lead Drop 1</li>



<li>VX Lead Drop 2</li>



<li>VX Amb 1</li>



<li>VX Amb 2</li>



<li>VX Sample</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>V Verse Lead</li>



<li>V Hook Lead</li>



<li>V Hook Lead Dbl L</li>



<li>V Hook Lead Dbl R</li>



<li>V Hook BGV Harm Alto</li>



<li>V Hook BGV Harm Tenor</li>



<li>V Hook BGV Dbl Alto</li>
</ul>



<h6 class="has-text-align-right wp-block-heading">Traduzido e adaptado do blog do <a href="https://evergreenrecords.com/blog/my-epic-track-naming-scheme-that-will-change-your-life-and-make-your-mix-engineer-love-you/" target="_blank" rel="noopener" title="">Evergreen Records</a></h6><p>The post <a href="https://sinefactory.com/nomenclatura/">Nomenclatura</a> first appeared on <a href="https://sinefactory.com">Sine Factory</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Demotite</title>
		<link>https://sinefactory.com/demotite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 14:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Demo]]></category>
		<category><![CDATA[Demotite]]></category>
		<category><![CDATA[Mic]]></category>
		<category><![CDATA[Michael "Mic" Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rough Mix]]></category>
		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para que o artigo faça sentido, vou deixar aqui umas pequenas definições. Para mim há uma distinção entre uma demo e uma rough...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para que o artigo faça sentido, vou deixar aqui umas pequenas definições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mim há uma distinção entre uma <em>demo</em> e uma <em>rough mix</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <em>demo</em> é feita por alguém sem nenhum conhecimento de áudio e no geral soa tudo muito cru, sem polimento; A <em>rough mix</em> é feita por alguém que percebe áudio e quer que saiam do estúdio com uma versão do tema que se aproxime ao que pode vir a ser o trabalho final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste artigo, para efeitos de clareza, uma <em>demo</em> é um <em>rough mix</em> e o trabalho final é a primeira versão da mistura/master.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é a <em>Demotite</em>?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Deixa-me começar por dizer que nem sempre é mau ter <em>demotite</em> mas é importante reconhecer quando se tem e tentar ser objectivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Demotite</em> é um termo cunhado por Matthew Good e é o que acontece quando ouves tanto a versão <em>demo</em> de algo que, quando escutas o trabalho final, é difícil de aceitar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se à primeira audição disseste “…não sei, há algo que está a faltar…” ou “…perdeu a vibe/magia…” ou “tá tudo errado”, estás com <em>demotite</em>. Se tens por hábito comparar a versão final com a versão <em>demo</em> quando estás a tomar notas de coisas a alterar, provavelmente deves estar com <em>demotite</em>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como combater esta maleita?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Comparar a <em>demo</em> com o trabalho final é um erro, deves comparar o trabalho final com a sonoridade com a qual vai competir. <del>Não tens de soar igual ao resto, não é isso que estou a dizer.</del> O exemplo que normalmente dou é o seguinte: se fazes Pop music e tens a sorte da tua musica entrar numa playlist com outros artistas Pop é importante que a tua musica fique taco-a-taco com o resto. Eu costumo usar a palavra competir, mas não é a palavra certa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagina estar a dar Drake, Ariana Grande, Ed Sheeran e de seguida entra a tua musica e está abafada, ou com poucos graves, ou com a voz muito baixa, ou o tema todo a tocar baixo, etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><u>Na prática, como posso ser objectivo ao avaliar o trabalho final?</u></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ouvir a <em>demo</em> só quando é preciso (eu sei que é difícil). Para não te habituares aos erros e te afeiçoares a eles;</li><li>Antes de receber o trabalho final estar umas semanas sem ouvir a <em>demo</em>. Assim quando fores ouvir o trabalho final já tens o palato limpo;</li><li>Cria uma playlist no telefone ou computador com algumas músicas que gostas (<em>a.k.a.</em> referências) &#8211; que enquadrem com a estética que estás à procura &#8211; e coloca nessa playlist a versão final e a <em>demo</em>. </li></ul>



<h4 class="wp-block-heading">Nem tudo está mal com a <em>demo</em>.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por vezes há coisas a reter da <em>demo</em> – e é aí que é importante ser objectivo – pode haver realmente qualquer coisa na <em>demo</em> que lhe dê um certo charme. As vozes terem mais ou menos Auto-Tune, o <em>reverb</em> estar mais alto na demo ou ser um <em>reverb</em> diferente do que usaram no trabalho final. Pequenos efeitos que possam não ter sido recriados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há um certo ou errado na mistura. Diferentes técnicos vão dar-te diferentes resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eventualmente, a <em>rough mix</em> está mesmo próxima daquilo que procuras e só precisa de um <em>master</em>. Aí entram as referências. Compara a <em>demo</em> com as musicas com as quais vais competir.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Objectividade e Comunicação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em jeito de conclusão, é importante perceber e saber comunicar aquilo que se pretende com o trabalho final. Daí a objectividade. Restringir o técnico que vai misturar o tema à <em>demo</em>, é por vezes limitar o potencial da musica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acho que falo por todos os técnicos quando digo: Nunca começo uma mistura com o objectivo de estragar a música, é sempre para melhorar e trazer ao cimo o sentimento que a musica pede.</p><p>The post <a href="https://sinefactory.com/demotite/">Demotite</a> first appeared on <a href="https://sinefactory.com">Sine Factory</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Album, vale a pena?</title>
		<link>https://sinefactory.com/album-vale-a-pena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 07:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAQ]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Aveiro]]></category>
		<category><![CDATA[Mic]]></category>
		<category><![CDATA[Michael "Mic" Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este debate não é novo. O álbum tem vindo a esmorecer ao longo dos anos. Eu acho que o álbum é importante para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="441" class="elementor elementor-441">
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O álbum tem vindo a esmorecer ao longo dos anos.</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Eu acho que o álbum é importante para portefólio/discografia. Para marcar uma fase.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Porque em tempos o álbum era isso, o colecionar de vivências/música ao longo de um determinado período. O artista estava um ano a compor, estava umas semanas em estúdio e ficava ali gravado aquele ano de composições. E voltava se a repetir tudo de novo. Com o tempo até conseguias sentir a metamorfose do artista através dos vários registos discográficos.</p></div></div><div class="elementor-element elementor-element-3f42714 elementor-widget elementor-widget-text-editor" style="font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-style: normal; font-size: 15px; --flex-direction: initial; --flex-wrap: initial; --justify-content: initial; --align-items: initial; --align-content: initial; --gap: initial; --flex-basis: initial; --flex-grow: initial; --flex-shrink: initial; --order: initial; --align-self: initial; flex-direction: var(--flex-direction); flex-wrap: var(--flex-wrap); -webkit-box-pack: var(--justify-content); justify-content: var(--justify-content); -webkit-box-align: var(--align-items); align-items: var(--align-items); align-content: var(--align-content); gap: var(--gap); flex-basis: var(--flex-basis); -webkit-box-flex: var(--flex-grow); flex-grow: var(--flex-grow); flex-shrink: var(--flex-shrink); -webkit-box-ordinal-group: var(--order); order: var(--order); align-self: var(--align-self); --widgets-spacing: 20px; color: #7a7a7a; width: 850px;" data-id="3f42714" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default"><div class="elementor-widget-container" style="font-size: 15px;"><h4>Na minha adolescência todos sacávamos música</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Estou a falar de 2005, só para situar – eu sacava um álbum e consumia durante semanas, até eu descobrir ou alguém me mostrar algo novo. Mas já reparava numa tendência com os meus colegas. Eles sacavam o álbum, escolhiam as que gostavam mais e apagavam o resto. Para mim era uma blasfémia. Um desrespeito. Não percebia como a malta conseguia fazer uma cena dessas. Pegar na Guernica, recortar as partes que gosta mais e deitar o resto fora. Olhando agora para trás, percebo que era o início das playlists.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Em 2019 não há tempo para ouvir álbuns (talvez porque estou mais velho e já não há viagens de ida-e-volta para a escola). Tendo em conta que todos os dias saem singles e pelo menos um álbum novo por semana de artistas que gostamos. É quase impossível. E com as novas plataformas para ouvir música, consumir um álbum já não faz muito sentido. Eu sei que há por aí puristas que fazem questão de ouvir o album. Eu também o faço quando são artistas que admiro.</p></div></div><div class="elementor-element elementor-element-d8ea8fa elementor-widget elementor-widget-text-editor" style="font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-style: normal; font-size: 15px; --flex-direction: initial; --flex-wrap: initial; --justify-content: initial; --align-items: initial; --align-content: initial; --gap: initial; --flex-basis: initial; --flex-grow: initial; --flex-shrink: initial; --order: initial; --align-self: initial; flex-direction: var(--flex-direction); flex-wrap: var(--flex-wrap); -webkit-box-pack: var(--justify-content); justify-content: var(--justify-content); -webkit-box-align: var(--align-items); align-items: var(--align-items); align-content: var(--align-content); gap: var(--gap); flex-basis: var(--flex-basis); -webkit-box-flex: var(--flex-grow); flex-grow: var(--flex-grow); flex-shrink: var(--flex-shrink); -webkit-box-ordinal-group: var(--order); order: var(--order); align-self: var(--align-self); --widgets-spacing: 20px; color: #7a7a7a; width: 850px;" data-id="d8ea8fa" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default"><div class="elementor-widget-container" style="font-size: 15px;"><h4>Mudar com os tempos é fundamental</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Isto para dizer que adorei a estratégia do Sam. No caso da Mechelas é uma compilação, acaba por ser um artista novo a cada ‘x’ tempo. São singles. No fim compila-se tudo. Faz sentido.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Não sei se ele tinha anunciado antemão que ia ser uma compilação. Eu ia escutando os temas e pensava que era uma espécie de rubrica da TV Chelas. Quando ele lança o último tema e a compilação achei brutal.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Agora, eu acho que isto adaptado a album também é uma solução. Não estou a descobrir a pólvora, isto já anda a ser feito.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">O álbum é-te entregue aos poucos e acabas por ouvi-lo todo. Em vez de tirares 40min da tua vida para ouvir um álbum que nem sabes se vais curtir.</p></div></div><div class="elementor-element elementor-element-9f1e474 elementor-widget elementor-widget-text-editor" style="font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-style: normal; font-size: 15px; --flex-direction: initial; --flex-wrap: initial; --justify-content: initial; --align-items: initial; --align-content: initial; --gap: initial; --flex-basis: initial; --flex-grow: initial; --flex-shrink: initial; --order: initial; --align-self: initial; flex-direction: var(--flex-direction); flex-wrap: var(--flex-wrap); -webkit-box-pack: var(--justify-content); justify-content: var(--justify-content); -webkit-box-align: var(--align-items); align-items: var(--align-items); align-content: var(--align-content); gap: var(--gap); flex-basis: var(--flex-basis); -webkit-box-flex: var(--flex-grow); flex-grow: var(--flex-grow); flex-shrink: var(--flex-shrink); -webkit-box-ordinal-group: var(--order); order: var(--order); align-self: var(--align-self); --widgets-spacing: 20px; color: #7a7a7a; width: 850px;" data-id="9f1e474" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default"><div class="elementor-widget-container" style="font-size: 15px;"><h4>Esta estratégia pode não funcionar com álbuns conceptuais</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Quando há um fio condutor ou uma história a contar. Ou então pode funcionar. Vais recebendo as peças do puzzle e no fim, ao ouvir o conjunto é te revelado a Big Picture. Acaba por depender do conceito.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Acho que esta forma de lançar projectos é o melhor. O artista consegue rentabilizar o tempo do ouvinte. Não há um grande espaço de espera entre novas músicas. Dá tempo do ouvinte curtir aquele tema até vir o próximo e no final compila-se o álbum para o aficionado/colecionador.</p></div></div><div class="elementor-element elementor-element-97ff52c elementor-widget elementor-widget-text-editor" style="font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-weight: var( --e-global-typography-text-font-weight ); font-style: normal; font-size: 15px; --flex-direction: initial; --flex-wrap: initial; --justify-content: initial; --align-items: initial; --align-content: initial; --gap: initial; --flex-basis: initial; --flex-grow: initial; --flex-shrink: initial; --order: initial; --align-self: initial; flex-direction: var(--flex-direction); flex-wrap: var(--flex-wrap); -webkit-box-pack: var(--justify-content); justify-content: var(--justify-content); -webkit-box-align: var(--align-items); align-items: var(--align-items); align-content: var(--align-content); gap: var(--gap); flex-basis: var(--flex-basis); -webkit-box-flex: var(--flex-grow); flex-grow: var(--flex-grow); flex-shrink: var(--flex-shrink); -webkit-box-ordinal-group: var(--order); order: var(--order); align-self: var(--align-self); --widgets-spacing: 20px; color: #7a7a7a; width: 850px;" data-id="97ff52c" data-element_type="widget" data-widget_type="text-editor.default"><div class="elementor-widget-container" style="font-size: 15px;"><h4>‘Pera que não é bem assim</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Já tinha este artigo escrito. Em conversa com um road manager ele falou no album de uma perspectiva que não me tinha ocorrido. O album que se toca ao vivo. O album que é preciso para novos artistas, para ter reportório, para actuar.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">É preciso ter uma hora e meia de música. É preciso ter uma hora e meia de singles para ter o publico a cantar em êxtase do inicio ao fim.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Esta conversa já tinha sido à uns meses e então pedi para ele me relembrar da importância do album. Vou deixar aqui a resposta dele:</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem; text-align: center;">“Não é só para novos artistas, é para os artistas.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem; text-align: center;">Quando lanças um bom album, com um single, se o album for mesmo bom, o publico ainda escolhe mais três ou quatro singles. Com dois ou três bons álbuns consegues fazer uma hora e meia de espectáculo com êxitos.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem; text-align: center;">Esta nova forma de lançar as coisas não está má, ela funciona. Mas, o que tenho reparado é que sai um artista novo, lança dois singles e ele já está feito e eu pergunto ‘com dois singles fazes o quê?’ Não consegues vir para a estrada, ninguém te compra dez minutos de espectáculo. Pode ser que um dia mude, por agora ainda não.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem; text-align: center;">A questão agora é esta, quando te estás a fazer, quando ainda estás a crescer, quando ainda não tens o teu publico, eu acho que o album faz todo o sentido. Depois de já ter o reportório feito e que há êxitos, faz sentido lançar um ou dois singles por ano. Da hora e meia de espectáculo tiras dois singles e metes dois novos singles.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem; text-align: center;">“<span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">God save the album</span>“”</p></div></div>								</div>
				</div>
					</div>
		</div>
					</div>
		</section>
				</div><p>The post <a href="https://sinefactory.com/album-vale-a-pena/">Album, vale a pena?</a> first appeared on <a href="https://sinefactory.com">Sine Factory</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gravar num estúdio?</title>
		<link>https://sinefactory.com/gravar-num-estudio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 16:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FAQ]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[Gaia]]></category>
		<category><![CDATA[Gravar]]></category>
		<category><![CDATA[Prisma]]></category>
		<category><![CDATA[PrismaRec]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sine Factory]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://store.sinefactory.com/?p=2680</guid>

					<description><![CDATA[<p>No mundo da música, é perfeitamente normal um tema ser gravado no sitio&#160;X&#160;na cidade&#160;Y&#160;e depois misturado por um técnico noutra cidade ou país,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2680" class="elementor elementor-2680">
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									<p style="margin-bottom: 2.91667rem;">No mundo da música, é perfeitamente normal um tema ser gravado no sitio <em style="font-size: 15px;">X</em> na cidade <em style="font-size: 15px;">Y</em> e depois misturado por um técnico noutra cidade ou país, muitas vezes sem haver sequer contacto físico entre os envolvidos. Isto ocorre por uma série de motivos (preferência do artista/banda por aquele técnico, controlo de custos, etc) e tem vários lados positivos, mas também alguns negativos.</p><h4 style="font-style: normal;">Posso gravar em casa e fica igual ao estúdio?</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Provavelmente não vai soar igual. Um bom estúdio não tem apenas um microfone ou pre-amps superiores aos teus. Toda a acústica da sala foi aperfeiçoada, os <em style="font-size: 15px;">sweet-spots</em> tanto do <em style="font-size: 15px;">gear</em> como da sala já foram encontrados e testados vezes sem conta e, acima de tudo, um bom técnico vai ajudar-te a captar o melhor <em style="font-size: 15px;">take</em> possível, antevendo logo a fase de mistura e os problemas que iriam surgir caso gravasses da forma errada.</p><h4 style="font-style: normal;">Problemas encontrados com maior frequência em gravações “<em style="font-size: 20px;">home made</em>”:</h4><ul style="font-family: Roboto, sans-serif; font-weight: 400; font-style: normal; font-size: 15px;"><li style="font-size: 15px;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;"><em style="font-size: 15px;">Reverb</em>/ecos da sala captados pelo microfone:</span> Tratamento acústico insuficiente, sala pequena demais, mau posicionamento do mic/fonte, etc.</li><li style="font-size: 15px;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Distorção/ruído:</span> Não é necessário captar alto para soar alto; há também que ter em conta que algumas placas de som incluem um <em style="font-size: 15px;">limiter</em> digital que te vai induzir em erro se andares próximo dos 0dB; um vocal captado entre os -15dB e -10dB está perfeito!</li><li style="font-size: 15px;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Microfone demasiado próximo da fonte/parede:</span> para 99% dos casos, não vais precisar de gravar com o artista em cima do microfone; uns 30cm são suficientes; se for uma voz poderosa mais distancia ainda. Como já referido antes, o tratamento acústico duma sala é imperativo, mas vemos muitos casos de artista que gravam virados para uma parede. Queremos sempre a maior distancia possível até ao primeiro ponto de reflexão/eco, ou seja, ficar talvez num canto e apontar ao canto mais longínquo.</li><li style="font-size: 15px;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Desafinação/desalinhamento:</span> nalguns temas da actualidade o <em style="font-size: 15px;">auto-tune</em> é usado de forma explicita e criativa, acabando por disfarçar alguns erros neste campo. Contudo, quando queres que a tua voz soe natural – num tema acústico por exemplo – é fundamental não só que graves o mais próximo possível da afinação correcta, como que alinhes vários takes que queiras sobrepor de forma perfeita. Nada soa pior ao ouvido humano do que duas palavras ditas ao mesmo tempo, mas com um ligeiro desfasamento. Se queres que o teu refrão tenha 4 <em style="font-size: 15px;">takes</em> a tocar em simultâneo, escolhe o melhor e compara com os outros 3. Vê se alguma silaba ou palavra se destaca e salta fora de tempo. Evita que isso aconteça.</li></ul><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Costuma-se dizer que <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">deves gravar como se não houvesse mistura, e misturar como se não houvesse mastering.</span> Ou seja, nunca deixar passar um erro esperando que o interveniente seguinte o corrija. Acima de tudo nunca caias no erro de dizer a um engenheiro algo como “depois corriges na mistura”. Ele não vai demonstrar, mas por dentro vai-se rir muito e fazer de ti um meme.</p>								</div>
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		<title>A mesa de mistura?</title>
		<link>https://sinefactory.com/a-mesa-de-mistura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2018 16:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tens um estúdio profissional? Porque não tens uma mesa de mistura daquelas famosas, uma SSL ou uma Neve? Tens a rack tão vazia,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2665" class="elementor elementor-2665">
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									<h4 style="font-style: normal;">Tens um estúdio profissional? Porque não tens uma mesa de mistura daquelas famosas, uma SSL ou uma Neve? Tens a rack tão vazia, não tens mais compressores?</h4><p>Uma mesa de mistura, embora seja bonita e prática, tem uma série de desvantagens que tombam a balança para o Não. <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Isto, num ponto de vista de mistura.</span> Na minha opinião a mesa de mistura – dependendo do gênero de música que mais trabalhas – está obsoleta. Manter uma mesa de mistura é uma despesa muito grande <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">tendo em conta as desvantagens que traz para o meu ritmo de trabalho.</span></p>								</div>
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									<h4 style="font-style: normal;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 1.66667rem;">Mas é prática ou não é prática?</span></h4><p>Em 2018, a velocidade a que a musica é feita e consumida implica contornar a mesa de mistura para que o <em style="font-size: 15px;">workflow</em> e o <em style="font-size: 15px;">recall</em> seja imediato. Não há nada como abrir um projecto, fazer um “<em style="font-size: 15px;">save as… edit X</em>“, descer uma harmonia, exportar e enviar para o artista. Depois há a questão do <em style="font-size: 15px;">commitment</em>, decidir sobre um som/estética e <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">assumir que é assim que vai soar</span>. Exemplo: quando termino uma mistura em Janeiro e o artista/produtor se lembra em Março de dizer: <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">“Mic, tas a ver aquela guitarra no tema X? Opa, cruzei-me com o guitarrista Y e ele vai tocar uma cena naquela vibe mas com um feeling mais coiso, tás a ver? Eu curti o som que deste, aquela distorção e FX tão no ponto, vou te enviar o sinal clean da DI e é só substituir!” </span> Se usei o <em style="font-size: 15px;">Guitar Rig</em> é tranquilo. Se usei 3 pedais, um amp e uma coluna (que por acaso estava emprestada aqui ao estúdio duma outra sessão), tudo a entrar para a mesa onde estou a usar <em style="font-size: 15px;">EQ</em> e a fazer um envio para um <em style="font-size: 15px;">reverb</em> externo, já não vai ser tão rápido assim. <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Vou ter que me lembrar do que fiz e tentar aproximar o som ao que estava. Isso implica perder um dia a refazer tudo para uma linha de guitarra e no fim podem não gostar da mudança.</span> Há artistas que lidam bem com estas alterações, há outros que perguntam “Isso tá igual? Parece que não ficou com a mesma energia.” Esta pergunta acontece quer seja só copiar o <em style="font-size: 15px;">preset</em> do <em style="font-size: 15px;">Guitar Rig</em> quer seja perder o dia a refazer o som. <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Copiar o <em style="font-size: 15px;">preset</em> é uns minutos, refazer um som são horas.</span> Mais tempo implica mais despesa para o artista. E ninguém quer gastar mais do que o estritamente necessário.</p>								</div>
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									<h4 style="font-style: normal;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 1.66667rem;">Quando as contas aumentam</span></h4><p style="color: #7a7a7a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 15px; font-weight: 400;">Outra coisa que muitos artistas não sabem é a despesa que é ter uma mesa. É quase uma renda. Uma mesa clássica tem de ter uma fonte de alimentação para alimentar todos aqueles canais, a longo prazo, para aumentar o tempo de vida dos componentes e poupar em custos de manutenção, é preferível deixar a mesa ligada 24/7. Isto aquece, ou seja a alimentação da mesa convém estar numa sala à parte com ventilação e controlo de temperatura via A/C para não ser um desconforto na régie. Se a mesa está ligada 24/7, a ventilação e A/C também têm de estar. <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">Conta com um mínimo de 300€ todos os meses só para isto.</span> Mesmo tendo este cuidado, convém chamar alguém especializado pelo menos uma vez por ano, só para rever a mesa para confirmar se está tudo bem. <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">O preço à hora no estúdio tinha de subir para poder manter a mesa.</span></p>								</div>
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									<h4 style="font-style: normal;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 1.66667rem;">#EyeCandy</span></h4><p style="color: #7a7a7a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 15px; font-weight: 400;">É claro que para o insta, estar em frente a uma mesa de mistura manda uma pinta do caneco. #StudioPorn. Tanto os artistas como os técnicos adoram. Mas se prestarem atenção a fotos tiradas quando a malta está em <em style="font-size: 15px;">work mode</em>, vão reparar que <span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 15px;">a mesa de mistura não passa de uma mesa para pousar o rato e o teclado do PC, para o produtor pousar o portátil, serve também para controlar o volume das colunas – às vezes – e para ver os VU’s e as luzinhas a piscar.</span> Não vou estar aqui a cascar na malta, há técnicos que aproveitam a mesa para somar grupos, ou seja a mistura é feita <em style="font-size: 15px;">in the box</em> e depois é feito um <em style="font-size: 15px;">print</em> do tema – que passa por grupos na mesa – de volta para o PC.</p><h4 style="font-style: normal;"> </h4>								</div>
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									<h4 style="font-style: normal;"><span style="font-family: Overpass, serif; font-weight: 600; font-size: 1.66667rem;">Feitas as contas</span></h4><p style="color: #7a7a7a; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 15px; font-weight: 400;">No final, o ouvido comum, o consumidor da música, não faz ideia em que mesa foi misturado e se foi misturado numa mesa sequer. Se a música for boa, isso tudo tanto faz. Não me interpretem mal. Eu gosto de <em style="font-size: 15px;">outboard</em> e gosto de mesas de mistura. Só acho que nem sempre é viável na fase de mistura. Quando estamos a gravar, isso já é outra história!</p>								</div>
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		<title>Tenho de sacar beats do youtube!</title>
		<link>https://sinefactory.com/tenho-de-sacar-beats-do-youtube/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mic]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 07:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Beat Maker]]></category>
		<category><![CDATA[Beatmaker]]></category>
		<category><![CDATA[Beats]]></category>
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		<category><![CDATA[Michael "Mic" Ferreira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="454" class="elementor elementor-454">
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									<h4 style="font-style: normal;">“Eu tenho de sacar <em style="font-size: 20px;">beats</em> do Youtube. Quando não há dinheiro para investir em <em style="font-size: 20px;">beats</em>, uma pessoa safa-se como pode, né?”</h4><h4 style="font-style: normal;">Compreendo a afirmação mas não concordo com ela.</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Experimenta fazer um instrumental – se nunca fizeste um <em style="font-size: 15px;">beat</em> – tira uma tarde para fazer um. Soa igual aos <em style="font-size: 15px;">beats</em> da NET? Não? Então é preciso dar valor ao <em style="font-size: 15px;">beatmaker</em> que os faz.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Por este mundo fora há imensos <em style="font-size: 15px;">beatmakers</em> talentosos que perdem dias a escolher sons, a aprender a melhor forma de os usar, misturar, etc. Alem de investir tempo, há um investimento em hardware, <em style="font-size: 15px;">sample packs</em> e software. Saca uma demo do Reason/FL Studio/Ableton Live/Logic e tenta fazer um instrumental que soe como os que sacas da NET ou como os que os teus artistas preferidos usam. Rapidamente vais perceber que uma semana não te vai chegar para conhecer o software quanto mais programar <em style="font-size: 15px;">drums</em>, escolher sons, ter ideias para melodias, ritmos etc.</p><h4 style="font-style: normal;">É preciso dar valor aos <em style="font-size: 20px;">beatmakers</em>.</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Não tens orçamento para comprar um exclusivo ou um <em style="font-size: 15px;">track-out lease</em>, compra o <em style="font-size: 15px;">wav</em> sem <em style="font-size: 15px;">tags</em>, só aí já é uma diferença considerável em termos de qualidade. Porque é aí que quero chegar. É aqui que me diz respeito e que me deixa um pouco transtornado.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Existe uma diferença entre misturar <em style="font-size: 15px;">beats</em> por pistas e misturar um <em style="font-size: 15px;">2 track</em> (<em style="font-size: 15px;">2 track é um instrumental em stereo, ou seja, duas pistas</em>). Misturar implica moldar o <em style="font-size: 15px;">beat</em> à voz e vice-versa, tendo o <em style="font-size: 15px;">beat</em> por pistas eu tenho esse trabalho facilitado e tu ficas com um tema a soar melhor – pelo menos eu quero acreditar que sim.</p><h4 style="font-style: normal;">Vou tentar deixar aqui um exemplo de como é o processo:</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Temos um instrumental com um sintetizador que está a ocupar o mesmo espectro de frequências que a voz. Se tiver só o <em style="font-size: 15px;">2 track</em>, não tenho como descer o volume do sintetizador, nem tenho como equalizá-lo sozinho. O que vou tentar fazer é equalizar aquela zona das frequências no <em style="font-size: 15px;">beat</em>, vamos dizer que é entre 1kHz e os 3kHz, vou criar ali uma covinha para a voz furar melhor mas sem estar muito presente. Ao fazer isto acabei de cortar frequências na tarola/<em style="font-size: 15px;">clap</em> e ela já não bate da mesma forma. O <em style="font-size: 15px;">beat</em> acabou de perder energia e não é isso que eu quero para este tema, anulo o que fiz. Vou à voz, subo um pouco, talvez equalize um pouco para “jogar” bem com o <em style="font-size: 15px;">beat</em> e… tenho que me dar por satisfeito. Caso tivesse o <em style="font-size: 15px;">beat</em> por pistas ia à pista do sintetizador, descia o volume e/ou equalizava e estava o assunto resolvido.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Ao ouvir novamente o tema sinto que o bombo e o <em style="font-size: 15px;">bass</em>/808 podiam bater com mais energia mas, não tendo o <em style="font-size: 15px;">beat</em> por pistas, se calhar nem faço nada para não estragar. Se tiver o <em style="font-size: 15px;">beat</em> por pistas posso equalizar e mudar volumes à vontade ou talvez dar mais destaque a um do que o outro.</p><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Em termos de arranjos, posso tirar a parte melódica na entrada do segundo verso e entrar só os <em style="font-size: 15px;">drums</em> e 808. Se tiver só o <em style="font-size: 15px;">2 track</em> a única opção que tenho é fazer silêncios ou recriar o <em style="font-size: 15px;">beat</em> com <em style="font-size: 15px;">samples</em> que tenha à mão. Na minha opinião isso é uma afronta para o produtor, caso ele ouça e se aperceba que outra pessoa alterou o instrumental. Eu não ia gostar que mexessem num <em style="font-size: 15px;">beat</em> meu sem permissão.</p><h4 style="font-style: normal;">O verso da moeda</h4><p style="margin-bottom: 2.91667rem;">Vou me contradizer em relação à primeira frase deste artigo. Eu compreendo que numa fase inicial não queiram gastar dinheiro em instrumentais, porque não estão a fazer dinheiro com a música e se calhar não é importante – nem viável – esse investimento logo à partida. Se a tua ideia é melhorar o <em style="font-size: 15px;">skill</em>, há <em style="font-size: 15px;">beats </em>que os produtores disponibilizam gratuitamente, uma pesquisa rápida no google ou no youtube por “<em style="font-size: 15px;">free beat”</em> dá-te logo uma lista enorme por onde escolher. Outra opção passa por procurar e conhecer produtores da tua zona, juntarem-se e fazerem um tema ou um EP, crescerem os dois como músicos e poderem apresentar um trabalho com cabeça, tronco e membros. Mas assim que reservares tempo num estúdio porque queres dar um <em style="font-size: 15px;">level up</em> ao teu trabalho, porque tens brio nos temas que queres entregar, aposta em instrumentais comprados – de preferência por pistas. Acho que qualquer técnico de som de norte a sul te vai agradecer e os <em style="font-size: 15px;">beatmakers</em> sentem-se valorizados.</p>								</div>
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